Desembargadora que DISSE que VEREADORA assassinada é “cadáver comum” é assediada nas redes sociais.

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Desembargadora que DISSE que VEREADORA assassinada é “cadáver comum” é assediada nas redes sociais.

Depois que a VEJA publicou imagem de postagem nas redes sociais onde a desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), disse no Facebook que a vereadora Marielle Franco é um cadáver comum, e que a mesma tinha ligações com criminosos do Comando Vermelho, as redes sociais da magistrada instantaneamente ficaram abarrotadas de ofensas pessoais.

Ao dar explicações sobre o comentário nas redes a magistrada disse que deu sua opinião “como cidadã”. A desembargadora disse que não conheceu a vereadora e que postou apenas com base no que leu nas redes sociais.

Realmente nas redes sociais do RIO circulam vários textos e áudios que dizem que a falecida era ligada a facções criminosas. Um vídeo que nada tem a ver com a situação é divulgado junto de áudios que “informam” que quem matou a política não estaria “vestido como policial” e com “roupas pretas da milícia” e que a vereadora teria defendido moradores de outra comunidade comandada por facção diferente da que teria “financiado sua campanha”. O áudio rapidamente viralizou, já fizeram cartazes com base nele e acrescentaram outras informações duvidosas. Muita gente está tomando-o como verdade mesmo antes da conclusão das investigações da polícia, o que é muito perigoso. 

Tudo indica que a magistrada fez seu comentário com base na falsa informação acima mencionada. Se fez isso cometeu um erro cada vez mais comum, distribuir informações em antes confirmar a veracidade das mesmas é algo infantil.

Está mais que obvio que PSOL e outros partidos de esquerda ao exigir esvaziamento das prisões e desarmamento do cidadão honesto acabam concorrendo para o incremento do crime no RIO. Mas, isso não afasta de nós a responsabilidade de somente falar a verdade e distribuir aquilo que foi verificado. Principalmente quando isso diz respeito a pessoas, vivas ou mortas.

Diário do Brasil

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